Projetos

1º) As Supimpas


Série ficcional -comédia- com 13 episódios de 26 minutos que conta a história de Luise Marchan, que, demitida após comandar um programa por 20 anos, reencontra Bianca de Almeida, amiga e atriz aposentada. As duas criam As Supimpas, programa de aventura realizado com uma equipe da velha guarda do cinema brasileiro, nomes conhecidos do audiovisual brasileiro. O programa viraliza na internet, transformando Luise e Bianca em estrelas novamente. As Supimpas aborda a terceira idade de uma maneira diferente e tem uma proposta transmídia: os programas de aventura produzidos por Bianca e Luíse estarão realmente disponíveis na internet. Para cada programa que será realizado, as protagonistas convidarão um(a) amiga(o) da sua geração -pessoas conhecidas da cena do audiovisual brasileiro- que já fez muito sucesso e que se encontra esquecido, sem trabalho. O programa delas é de aventura. Elas e os convidados descerão corredeiras de um rio, saltarão numa grande tirolesa, farão uma trilha de difícil acesso, explorarão uma caverna, entre outros. Previsão de realização 2018.

Entre as atrizes -que apresentarão os programas- teremos Léa Garcia, e Aracy Cardoso*. Roteiro e direção: Lisiane Cohen.
Custo estimado de produção: R$1.453.986,00 (hum milhão quatrocentos e cinquenta e três mil com novecentos e oitenta e seis reais).

*Obs.: A atriz Aracy Cardoso nos deixou nos últimos dias de 2017. Dona de uma bonita e premiada carreira no teatro e na televisão brasileira nos encantou com os mais de 50 personagens aos quais deu vida com seu trabalho. Dar continuidade ao projeto será uma singela homenagem à Aracy Cardoso e aos colegas de carreira.

2º) Pedalar


Série de 13 episódios com a duração de 26 minutos cada. Em formato “doc-reality”. Cada personagem será acompanhado de como se adapta à realidade da mobilidade urbana da cidade onde vive e enfrenta o Caminho de Santiago. Serão levantadas questões relevantes sobre igualdade de gêneros e dispendida atenção especial ao acompanhamento da viagem das ciclistas e o impacto disso em sua visão de si mesmas e de seu lugar na sociedade.

Direção Lisiane Cohen.

Tempo de produção 8 meses.
Custo total do projeto R$ 830.587,13 (oitocentos e trinta mil com quinhentos e oitenta e sete reais e treze centavos).

3º) Salam, Síria

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Primeiro documentário brasileiro sobre a guerra civil da Síria que retratará o cotidiano de famílias sírias que escolheram três diferentes países para viver (Jordânia, Alemanha e Brasil) mostrando o passado, o presente e a perspectiva de futuro dos membros de cada família. O filme mostra os desafios, medos, esperança e amparo que estas famílias estão tendo e quem são os personagens por trás guerra e das ajudas humanitárias nas cidades de São Paulo (Brasil), Augsburg (Alemanha), Campo de Zaatari e Amã (Jordânia). O projeto tem quatro mulheres à sua frente: a diretora, Juliana Torquato; e três produtoras, Joice de Oliveira, Jac Sanchotene e Rachel Klein.

Famosa pela História, culinária, cidades patrimônios da Humanidade (Alepo e Palmira), belas paisagens, planícies férteis e um povo trabalhador, a próspera Síria era um dos destinos mais procurados turisticamente na região do Oriente Médio. Banhada pelas águas do Mar Mediterrâneo e fazendo fronteira com Turquia, Iraque, Líbano, Jordânia e Israel, desde 2011, a Síria enfrenta uma guerra civil sem precedentes, na qual milhões de pessoas estão sofrendo as consequências. Mais de 480 mil pessoas já perderam a vida, cerca de 6 milhões saíram do país se refugiando em lugares como Jordânia, Líbano, Turquia e Europa. Além disso, mais de 10 milhões deixaram suas casas fugindo para outras cidades dentro do país. A questão dos refugiados sírios é um assunto mundial que atinge a todos. Ajudá-los, é fazer com que o sofrimento de alguns seja amenizado, construindo uma rede da solidariedade, a interrelação cultural, respeito, cidadania e bem estar a estes refugiados para que possam se inserir às comunidades que estão vivendo. Mais da metade dos afetados pela guerra são crianças e mulheres e pessoas que perderam tudo do dia para a noite. Duração: 90 minutos. Público alvo: a partir 12 anos.
Contrapartida ao apoio Logotipo nos créditos finais ou Logotipo nos créditos iniciais (para apoiador master). Além da visibilidade da empresa – que estará destacada nos créditos do filme, seu apoio com a produção deste documentário é ajudar as pessoas que serão entrevistadas e para isso, mostrar seus cotidianos. As famílias escolhidas para serem as protagonistas do “Salam, Síria” possuem histórias de extrema importância para entender a situação da Síria, da guerra e dos refugiados, mas, principalmente, são famílias que mostram que a esperança é a que nos dá forças para seguir em frente e enfrentar as adversidades.

Contrapartida social: 50% da renda será doada para os refugiados entrevistados.

Valor total do projeto: R$ 350.000,00(trezentos e mil reais)
Para mais informações visite a página no Facebook Salam, Síria

4º) Oxigênio

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Série produzida pela PANDA Filmes em parceria com a RBS Tv, foi ao ar com um dos maiores índices de audiência no horário exibido.

Direção: Pedro Zimmermman, entre os atores está Ingra Liberato.

A série “OXIGÊNIO” ser tornará um filme de longa-metragem com  novas cenas que foram filmadas em  Maio de 2017 na cidade de Rio Grande RS. Em pós produção.
Temos a oferecer merchandising e ações de marketing nos eventos de lançamento do filme.

5º) Meu Nome é Jorge


“Meu Nome é Jorge”longa-metragem adaptação do livro homônimo. O livro “Meu Nome é Jorge” é o mais vendido no RS, entre os autores gaúchos, nos últimos anos e já gerou a seu autor, Jorge Martins, mais de 15 patronatos de feiras do livro municipais. Livro que está sendo adotado em dezenas de escolas em todo o estado.

Direção: Claudinho Pereira. Produção: Panda Filmes. A Panda Filmes é produtora de audiovisual entre seus mais recentes trabalhos estão o filme e série “O Tempo e o Vento”, em parceria com a TV Globo; a série de ficção científica “Oxigênio”, maior share da RBS-TV em seus produtos regionais 2014 e os filmes “Insônia”, “A Oeste do Fim do Mundo”, melhor longa-metragem brasileiro no Festival de Toronto. A Panda Filmes finalizou o longa-metragem  “Central”em 2015, premiado como “Melhor Documentário” no Festival de Cinema de Língua Portuguesa em Lisboa, Portugal no ano de 2016. Em 2017 “Central” é lançado com estrondoso sucesso de público e de crítica. “Meu Nome é Jorge” tem previsão de filmagens para 2018. Tem como apoiador a Sulgás.

Captação através da Lei do Audiviosual Artigo 1A no valor de 550.000,00(quinhentos e cinquenta mil reais).

6°) Lua em Câncer

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Série ficcional sobre o universo médico, mais especificamente a Oncologia. A primeira temporada tem 13 episódios de 26 minutos cada e conta a história do Dr. Roberto Freitas, um respeitado oncologista de Porto Alegre que tem na sua relação com os pacientes e a decisão compartilhada como seus grandes diferenciais no tratamento da doença. A série está em fase de pós-produção. A previsão de lançamento da série é março/abril de 2018 pela TVE RS. Entre os atores estão Liane Venturella como Malu e Álvaro Rosa Costa como Roberto Freitas.

A série é uma adaptação do livro “Conexão Anticâncer: As múltiplas faces do inimigo interno” do médico James Fleck.

Para o lançamento da série estamos prevendo a seguinte estratégia:

Integração de conteúdos sobre os episódios com informações sobre prevenção e tratamento do câncer, a partir de duas abordagens sobre a doença: uma real e outra ficcional.

Portal Lua em Câncer:

Técnico – indicação de livros, guias, artigos e tutoriais sobre o câncer;

Cognitivo – informações sobre produtos derivados da série, com um game exclusivo e o livro Conexão Anticâncer;

Social – conexão com rede social criada (no Facebook) para troca de experiências sobre a doença;

Emocional – Informações sobre a série Lua em  Câncer, como making of e informações sobre a produção e atores;

Toda a comunicação terá como HUB, o portal da série.

Série Lua em Câncer:  “Jornada do  Espectador

Série Lua em Câncer:  Conteúdo aberto, veiculado em televisão, com objetivo de conscientizar, chamar a atenção sobre o tema e dirimir barreiras sobre o câncer;

Portal Lua em Câncer: Espaço de expansão da série, tornando-se um hub de informações técnicas sobre os casos de câncer abordados e making of dos episódios;
 
Site Conexão Anticâncer: Ambiente técnico e científico, indicado pelo Portal, com informações sobre os diferentes casos de câncer, tutoriais e links úteis para diagnóstico e tratamento;
 
Redes Sociais Conexão Anticâncer: Ambiente para troca de experiências, reunindo médicos, pacientes, familiares, profissionais e espectadores da série;
 

Livro Conexão Anticâncer:  Espaço narrativo técnico, utilizando simulações de do mais prevalentes tipos de câncer, com enfoque pedagógico;

Game Conexão Anticâncer: Experiência multisensorial, para desenvolvimento de habilidades de enfrentamento da doença, provendo resiliência. Será elaborado um game em que o jogador tomará decisões a cerca de um tratamento sobre o câncer, promovendo a cura ou o aumento de expectativa de vida para o paciente. Serão ao todo 12 casos relacionados aos capítulos da série;
 
Conexão Anticâncer: 

É um importante portal de informações sobre o câncer, contendo artigos acadêmicos, tutoriais, vídeos para melhor compreensão sobre a doença.

Influenciadores 

Articulação com o autor do livro, com a equipe, com redes sociais unidas em torno do câncer e com os próprios espectadores da TVE/RS, para formação de audiência primária para a série.

Marketing Digital

Campanha de marketing digital para gerar tráfego nos 4 canais digitais da série (site oficial, contendo todo o histórico do projeto, fanpage de Facebook, conta no Instagram (para fotos de produção) e canal de You Tube para making of) com impacto no site Conexão Anticâncer.

Making Of

Durante a semana, que antecede cada episódio, será divulgado, via redes sociais da série e sobre o câncer, o making of feito durante as gravações do episódio.
 
Envolvimento da Marca do Patrocinador:  Assinatura nos making of, Merchan e Publicidade no Portal, Exibição comentada de um episódio e sponsor do game. 
 
Considerando o projeto exposto, a sua empresa pode ser uma investidora desta rede de promoção de saúde em torno do câncer.
Merchan e Publicidade no Portal R$ 20 mil;
Merchan e Publicidade+ Assinatura nos Making Of  R$ 40 mil;
Merchan e Publicidade+ Assinatura nos Making Of+ Exibição Comentada de Um Episódio R$ 60 mil;

Merchan e Publicidade+ Assinatura nos Making Of+ Exibição Comentada de Um Episódio+ Sponsor do Game R$ 80 mil;

Patrocínio Total do Projeto de Lançamento:  R$ 160 mil.

7º) Nós, que nos queremos tão pouco

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Longa-metragem de cerca de 70 minutos. Duas filhas, Mara e Antonia, e um pai, Constâncio, se reúnem devido à possibilidade de exumação do corpo de Mariana, sua mãe e esposa, morta em um suposto acidente de carro anos antes. Esse encontro trará sentimentos pesados e arrependimentos que abalarão a família, além do segredo que os destruiu: o abuso sexual da filha mais velha, Mara, pelo pai Constâncio. O filme aborda uma questão de suma importância no Brasil e no mundo e que ainda é muito pouco discutida. Entre os atores estão Rui Rezende como Constâncio e Fernanda Carvalho Leite como Antônia.
Custo total do projeto: R$ 1.207.922,11:
R$ 1.147.922,11 (Incentivados pela Lei do Audiovisual)
R$ 60.000,00 ( Sem incentivo)

8º) O Rui Disse 

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O telefilme documental mostrará  a formação e a trajetória pessoal de Rui Spohr, o primeiro estilista brasileiro a se graduar em Paris. 
De volta a Porto Alegre Rui enfrentou barreiras, tornou-se um nome consagrado e mais que moda Rui criou um conceito. Conceito este que transmitia em seus programas de rádio,
Tv e nas colunas dos jornais. O Rui disse, tá dito. E assim é.
O telefime “O Rui Disse” terá a duração de 52min.
Projeto da Margem Cinema Brasil
Custo do projeto: R$ 640.000,00 (seiscentos e quarenta mil reais)

9º) Instituto Rui Spohr

Rui Sphor

Primeiro estilista brasileiro a estudar moda em Paris. Realizador dos primeiros desfiles de moda do Rio Grande do Sul. Reconhecido nacionalmente através dos desfiles d Rhodia e Agulha de Ouro. Membro da Academia Brasileira de Moda. Constituiu seu ateliê em 1949.

A moda é uma das expressões culturais mais fáceis de identificação. As discussões sobre moda e memória vem ganhando cada vez mais relevância.

A partir de seus registros, é possível perceber que Rui participa da história do Rio Grande do Sul e do Brasil. Além de vestir a sociedade do Rio Grande do Sul em seus momentos mais importantes, Rui tem atuação destacada no jornal, na televisão e no rádio, sempre falando sobre moda, o que o avaliza também como um mediador cultural.

O registro  de mais de seis décadas de atividade profissional, inteiramente dedicados à moda, constitui-se em  rico conjunto documental a cerca da prática da alta costura, dos costumes e, sobretudo, da rara variedade de matéria-prima utilizada em sua produção.

O acervo se divide em quatro coleções: objetos, textual, iconográfica e têxtil. No grupo de objetos temos basicamente, materiais em metal, madeira e tecido.  A coleção textual se constitui de documentos em suporte papel de diversas origens, como, por exemplo,  recortes de  jornal, livros, cadernos, revistas, folders, folhas avulsas, pastas. Na área iconográfica, croquis em papel, esboço com lápis grafite e pastel, além de fotografias, que abrangem o período que vai da década de 1940 até os dias atuais.

Atualmente estão sendo colocadas em prática no acervo particular de Rui Spohr algumas medidas de conservação preventiva.

No Instituto Rui Sphor serão realizadas palestras, work shops, debates, exposições e demais ações sobre moda.

Visando a conservação da obra  e do acervo do estilista, o projeto compreende duas etapas:

ETAPA 1: Pesquisas, Armazenamento de todos os vestidos e acessórios do acervo, Higienização, Catalogação, Digitalização de todo o material.

Ex.:  fotos, recortes de jornais, revistas, desenhos, chegando ao vestuário, modelos produzidos pelo estilista Rui Spohr.

ETAPA 2: Organização de uma exposição do acervo do estilista, para visitação gratuita do público.

O objetivo é a exposição permanente do importante acervo cultural gaúcho  sobre a moda  produzida pelo estilista Rui Spohr, valorizando a produção cultural brasileira nesta área.

Projeto aprovado na Lei Rouanet artigo 18º(dedução de 100% valor investido através do IR). Está apto a captar o valor de R$777.745,00 (setecentos e setenta e  sete mil setecentos e quarenta e cinco reais) para sua execução.

10º) “Sobre Rodas de Choro e Chimarrão”

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Promoverá encontros que envolvem música, palestra, oficinas e uma exposição portátil. Utilizando hábitos populares tradicionais – a “roda de chimarrão” e a “roda de choro” – estabelece a conexão entre estas manifestações culturais, descrevendo situações que trazem o chimarrão como elemento central e enaltecendo a participação dos músicos gaúchos no movimento nacional do chorinho, e organiza diálogos para esclarecimentos e fomento da prática e fruição do gênero.

Idealizado por Pedrinho Figueiredo e Samuca do Acordeon, o “Sobre Rodas de Choro e Chimarrão” conta com um regional formado por: Fernando Sessé (pandeiro), João Vicente Macedo (violão de 7 cordas), Fábio Azevedo “Cabelinho” (cavaquinho), Pedrinho Figueiredo (sax soprano e flauta) e Samuca do Acordeon (acordeon). As intervenções e textos no Libreto sobre o chimarrão são de Heleno Cardeal e textos do Libreto, sobre músicas e compositores, são de Arthur de Faria. As fotos que ilustram a exposição portátil são de Eduardo Rocha.

O projeto tem por objetivo levar o conhecimento de uma identidade nacional que também pertence ao gaúcho. Que influenciou e foi influenciada pela música que todo o Brasil cultuava desde a década de 1910. Pedrinho Figueiredo que conhece as mais diversas culturas coloca: O chimarrão andou longe, às vezes “costeado” por uma milonga, às vezes por um chorinho. Samuca, responsável pela pesquisa do repertório, reforça: Há anos atrás, músicos gaúchos, tomando chimarrão e ouvindo a Rádio Nacional, desenvolveram um jeito próprio de tocar Choro, e isso, misturado com influências regionais, virou Bugio, Vanera e Vanerão.

A EXPOSIÇÃO  –  facilita a compreensão do que será abordado – compõe-se de com nove lâminas no tamanho de 0.90 lg. x 1,80 alt., formando (03) três totens (nichos), que possuem fotos do Eduardo Rocha, textos ilustrativos sobre o CHORO e sobre o MATE, biografia dos compositores executados durante as apresentações musicais e expediente (ficha técnica).  

O LIVRETO   é ofertado ao público estabelecendo uma permanência da vivência do evento . O Livreto contém 38 páginas onde consta  uma  breve apresentação sobre os estilo musical  e os compositores executados na apresentação, além das partituras das músicas apresentadas. São distribuídos  durante as apresentações para o público presente.

Locais previstos no projeto:

  • Ijuí
  • Encantado
  • Bagé
  • Frederico Westphalen
  • Venâncio aires

 OBS: as cidades podem ser alteradas, conforme o interesse do patrocinador.

Sobre Rodas de Choro e Chimarrão – Circulou por cinco cidades do RGS, em 2016, com o Financiamento do FAC gerando um ótimo retorno em mídia expontânea.

Além da isenção fiscal de 100% do valor investido através do Imposto de Renda e da mídia expontânea gerada o projeto oferece  os seguintes retornos:

Cinco (5) anúncios publicados em jornal de circulação no Rio Grande do Sul   (Correio do Povo);

Inserção chamada nas rádios locais – 30′ – Período 7  dias 7 inserções diárias –   com citação do patrocinador – cinco rádios diferentes;

Assessoria de imprensa– citação nos releases distribuídos para imprensa   dirigida para cada cidade onde se realizarão as apresentações e nos   jornais distribuídos através de Porto Alegre;

Inserção do logotipo no Banner;

Inserção do logotipo na Exposição Portátil;

Inserção de logotipo nos cartazes (50) que serão distribuídos em cada cidade      onde acontecerão as apresentações;

Inserção de logotipo no Livro com a biografia e partituras (Tiragem 1000   cópias);

Inserção do logotipo no Programa (folder de divulgação), tiragem de   1000 unidade;

Autorização de captação via Lei Rouanet ()100%: R$ 359.800,00

11º) As Grandes Canções dos Festivais Nativistas

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A iniciativa prevê a realização de concertos, sob regência do maestro Tiago Flores, e traz como solistas os músicos Chico Saratt, Ernesto Fagundes, Shana Müller e Zé Caradípia, além das participações especiais de Ricardo Arenhaldt na percussão e Maurício Marques.

Aprovado pela Lei Rouanet, PRONAC – 161721, o projeto enquadra-se no Art. 18, que autoriza 100% de isenção do valor efetivamente transferido. O teto de abatimento é limitado a 4% do IR, devido pela pessoa Jurídica. Valor: R$ 533.447,00.

Unir o clássico ao popular é o objetivo do projeto do projeto.

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